Dizem por aí que, na vida, as pessoas que passam por nós podem ser uma benção ou uma lição.
Os animais são todo o bom junto: uma benção somada a muitas lições.
Já falei que conviver com um animal eleva a qualidade do coração humano. E, conforme o tempo passa, essa conclusão se confirma e se solidifica casa vez mais - se é possível.
Não acredito, verdadeiramente, qie a convivência com um bichinho possa não humanizar um ser humano, não reunir afetos, não ensinar sobre o amor. Pouco ou muito, eles vão te transformar duma forma divina.
Diria que eles estão a um nível de evolução acima de nós, humanos. Possuem as virtudes humanas, exercidas de outras maneiras que não as nossas, mas não os defeitos de caráter. Não é sensacional?!
Proporcione a convivência com um animalzinho à uma criança e ela vai ser muito sábia na sociedade. Afetos integrais, inteiros, incorruptíveis.
Prefiro não julgar aqueles que ainda não se entenderam com um animal, mas, com toda certeza, aqueles que têm essa experiência na vida, em qual fase seja, já se tornou uma pessoa melhor inevitavelmente.
Eles não são explicáveis por palavras, mas sensíveis, no sentido de que só se compreende sentindo.
Nem a vastidão de todos os idiomas seria capaz de precisar o que eles são e o quê fazem (gratuitamente) por nós.
Tudo isso tem me feito pensar que, quando um bichinho passa por nossa vida, seria como horas extras de alguém que a gente amou e já não está aqui.
Sabe aquela saudade daquele afeto que não é mais terreno de alguém amado?! Pois é, eles, os bichinhos, nos trazem - de uma forma peculiar - a posdibilidade de reviver aquilo, viver novamente, relembrar vivendo.
Tenho tido muita saudades de meus avós, da presença física. E, olhar pros meus bichinhos me apazigua o coração, do amor "palpável", na matéria.
Bem, paro por aqui porque não consigo mais escrever. Só chorar!
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